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    Olá, mundo!

Diabetes gestacional, será que damos a atenção necessária?

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Cada vez mais comum o diabetes gestacional (DMG), entretanto ainda pouco divulgado. O DMG acontece porque o pâncreas não consegue produzir insulina em quantidades suficientes levando ao aumento do açúcar no sangue, o que é prejudicial para a mamãe e para o bebe.

O diagnóstico é feito em duas etapas, sempre com a medida de glicemia de jejum na primeira consulta do pré natal, e se normal é feito o exame de “teste de tolerância oral à glicose” entre 24-28 semanas. (Exame que toda gestante lembra com muito carinho das duas horas sentadas na poltrona medindo a glicemia do sangue 2 vezes neste período).

Podemos listar alguns fatores de risco:

  • Idade materna avançada;
  • Ganho de peso excessivo durante a gestação;
  • Sobrepeso ou obesidade pré à gestação;
  • Síndrome dos ovários policísticos;
  • História prévia de bebês grandes (mais de 4 kg) ou de diabetes gestacional;
  • História familiar de diabetes em parentes de 1º grau (pais e irmãos);
  • História de diabetes gestacional na mãe da gestante;
  • Hipertensão arterial na gestação;
  • Gestação múltipla (gravidez de gêmeos).

Tratamento:

O principal tratamento do diabetes gestacional, assim como o diabetes tipo 2, é a mudança do estilo de vida com uma dieta balanceada adequada a esse período tão importante para a mãe e o bebê.
Caso o controle glicêmico não consiga ser alcançado, associamos a insulina, ou em alguns casos selecionados o tratamento pode ser com metformina.

Confio em vocês, lembrando que adotar um estilo de vida saudável prévio à gestação faz diferença.

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Dra. Delane Wajman

Endocrinologista e Clínica Médica pela Santa Casa de São Paulo | CRM 170692 |